O que se estuda
Os dois silabários vêm antes de qualquer coisa. Sem eles, não se lê nada — com eles, já se lê muito.
Os ideogramas aparecem na frequência em que realmente são usados, não em ordem alfabética ou aleatória.
Leitura e escuta caminham juntas, como no programa de Inglês. Pronúncia e ritmo da frase desde o começo.
A sequência
O aluno entra no ponto definido pela avaliação — não pela série escolar — e sobe um degrau de cada vez.
O primeiro silabário, som a som, com escrita e leitura de palavras simples.
O segundo silabário, usado para palavras estrangeiras, e ampliação de vocabulário.
Ideogramas em ordem de frequência e construção de frases completas.
Compreensão de textos autênticos e escrita com estrutura própria do idioma.
O que muda
A escrita japonesa exige atenção a traço, ordem e forma — um treino de precisão que se transfere para outras matérias.
Do mangá ao intercâmbio: o idioma abre um repertório que a criança costuma já ter interesse antes de saber ler.
Poucas unidades no RN oferecem Japonês. Aqui ele está disponível no mesmo formato individual dos demais.
Dúvidas
Não. O programa começa do zero, pelo hiragana, e é aberto a qualquer aluno.
Recomenda-se que o aluno já esteja alfabetizado em português, para não confundir os dois sistemas de escrita. A orientadora avalia caso a caso.
É diferente. A escrita exige mais no início, mas a gramática tem menos exceções. Como o avanço é individual, a dificuldade nunca vem toda de uma vez.
na unidade. Você sai sabendo o ponto exato em que seu filho está.